A FORÇA DOS VENTOS
É normal alguem chegar para a gente e perguntar: - Que vento é esse? A resposta seria: - É um vento norte, sul sudeste, leste, oeste, noroeste etc...
E se alguem perguntar para você o que é vento?
Você saberia responder?
Não?
Então saiba o que é vento.
Vento é o movimento horizontal do ar distinto da corrente de ar, cuja direção de seu movimento é vertical. O vento depende estreitamente das diferenças de pressão atmosférica e do relevo terrestre. Sopram das áreas de alta pressão para as áreas de baixa pressão.
Facil né? Então saiba um pouco mais.
O Almirante da Real Marinha Britânica Sir Francis Beaufort, em 1805, organizou uma tabela de faixas de velocidade do vento, relacionando com seus efeitos visíveis, criando assim a Tabela Beaufort, utilizada até hoje. Ela possibilita a todos, através da observação dos efeitos causados, determinar o valor relativo a esse vento, segundo a tabela seguinte:
Força Nome Vel.(km/h) Efeitos em Terra
0 Calmaria 0 - 1 as folhas não se movem
1 Bafagem 1 - 5 as folhas não se movem.
fumaça sobe na vertical
A fumaça se move lentamente.
2 Aragem 5,1 - 11 As folhas já se movem. Sente-se o vento
2 Aragem 5,1 - 11 As folhas já se movem. Sente-se o vento
com o rosto.
3 Vento fraco 11,1 - 19 As folhas se agitam, ramos finos
se movem
4 Vento moderado 19,1 - 29 Galhos se movem. Papéis soltos voam.
Poeira é levantada.
5 Vento fresco 29,1 - 38 Pequenas árvores se movem.
A água em lagos começa a ondular.
6 Vento muito fresco 38,1 - 50 Galhos grossos balançam. Vento
assovia nos fios. Problemas com o uso
de guarda-chuvas
7 Vento forte 50,1 - 61 Árvores mais grossas balançam.
dificuldade em andar contra o vento.
8 Vento muito forte 61,1 - 74 Galhos médios são quebrados.
Bem difícil andar contra o vento.
9 Temporal 74,1 - 86 Galhos grossos são quebrados.
Impossível andar contra o vento.
Telhas são levantadas.
10 Temporal desfeito 86,1 - 101 Árvores são arrancadas. Danos nas
estruturas de edificações.
11 Tufão 101,1 - 120 Grandes danos
12 Furacão acima de 120 Danos excessivos
ENCONTRO DE NOVEMBRO 2007
E lá estavamos novamente, a Equipe pronta pra mais um raid nas areias da Ilha e desta vez com a empolgação da comemoração dos 34 anos de casamento do David e Linda, que foram tb curtir mais uma aventura juntos.
A cada encontro novos membros, Cecilia e Vera participando deste encontro na promessa de estarem presente nos proximos. Vera ja começou a praticar e ja saiu com o carro da Linda por alguns bons metros e começou a entender a velejada.
A Equipe, agora com garagem nova ( ou seria estaleiro heheheheh!!!), ja saiu na sexta a noite e participou de um sabado bem longo em termos de saida.
Foram até tarde aproveitando o bom vento e a lua com sua iluminação, mas ainda tinham as comemorações no jantar.
Max, Simão Joaquim, Marcão, Ivone, David, Linda se deliciaram com a costela preparada pelo Marcão, os atrasados Cecilia, Vera, Tadeu e Mário só foram chegar bem tarde pois a estrada estava com muito transito.
Max, Simão Joaquim, Marcão, Ivone, David, Linda se deliciaram com a costela preparada pelo Marcão, os atrasados Cecilia, Vera, Tadeu e Mário só foram chegar bem tarde pois a estrada estava com muito transito.
epois do final da comemoração uma boa noite de sono e a esperança de que no dia seguinte tivesse bons ventos, fato que já não se observava naquele momento e que era comprovado pelos sites de nossa pesquisa.
Domingo amanheceu com muito movimento de onibus na praia, falatorio geral e um a um de nós foi saindo devagar a busca de saber o estado eolico do momento. Não aconteceu nada diferente do que dizia nos sites, nada de vento bom e ainda por cima a praia cheia no nosso ponto de saida.
Domingo amanheceu com muito movimento de onibus na praia, falatorio geral e um a um de nós foi saindo devagar a busca de saber o estado eolico do momento. Não aconteceu nada diferente do que dizia nos sites, nada de vento bom e ainda por cima a praia cheia no nosso ponto de saida.
Tentativas foram acontecendo, as grandes velas tentaram capturar o pouco de vento que aparecia mas não dava a certeza de uma boa "velejada", o mais certo seria esperar e com o transito de pessoas não valia a pena arriscar.
Muito papo, sol e esperança até meio dia quando as primeiras lufadas de vento surgiram e dai começamos a aproveitar o que era possivel.
As velas grandes se foram, perderam-se no horizonte e as menores ficaram no seu limite, e ainda os mais novatos não poderiam se arriscar tanto.
Terminamos nosso final de semana por volta das 15h00 e lá fomos dar o tratamento merecido aos nosso bolidos.
Terminamos nosso final de semana por volta das 15h00 e lá fomos dar o tratamento merecido aos nosso bolidos.
A vonta tranquila, tirando o transito e a serra, foi uma maravilha....
Parabéns ao nosso casal modelo pelos 34 anos de casamento, muitas felicidades muita saúde são os votos da nossa EQUPE AMIGOS DO VENTO.
UM BREVE RELATO DO CARROVELISMO NO BRASIL
(TEXTO EXTRAIDO DA INTERNET)
Definições Carrovelismo – por vezes chamados windcar no Brasil – é um esporte praticado com pequenos veículos sobre rodas, movidos pelo vento (força eólica) e dirigido com os pés. O
manejo do ângulo da vela em relação ao vento determina a sua velocidade. Os windcards atuais chegam a 186 Km/h em terra e 270 Km/h no gelo. O equipamento básico é constituído de chassis tubular metálico, carenagem de fibra de vidro e mastro de alumínio. Os demais componentes lembram os veleiros pequenos.
Bem mais rápido e ágil que os veleiros, o carro a vela pode deslocar-se aproximadamente três vezes mais do que a velocidade do vento.
Origens Em 1598, na Holanda, o engenheiro e matemático Simon Stevin, a pedido do Conde Maurício de Nassau (estabelecido no Brasil, no século seguinte), construiu um verdadeiro “coletivo à vela” para reduzir o cansaço das pessoas. O coletivo era capaz de transportar 28 indivíduos por 75km, em duas horas ininterruptas. Desde então, houve uma evolução constante das velas e dos veículos como meio de transporte. Em 1898, em uma cidade belga chamada De Panne, situada nos limites da França, os irmãos André e François Dumont começaram a desenvolver velas para atingir, em competições, a maior velocidade possível.
No Brasil, Lodovico Brunetti foi o pioneiro neste esporte, começou a praticar na Praia de Pitangueiras, no Guarujá-SP, em 1936. Há indícios de que, na década de 1940, algumas pessoas
demonstraram interesse no Brasil por “andar sobre rodas movidas ao vento”.
Início década de 1990 Neste período, Amyr Klink e Paul Gaiser percorreram a costa gaúcha em carros à vela, tipo Manta, atraindo muitos adeptos que passaram a construir seus carros, a realizar raids e competições, vindo a formar a Associação Gaúcha de Windcar em 1991. Lodovico Brunetti (SP) é o mais aficionado defensor da modalidade, promotor do intercâmbio entre
construtores e esportistas europeus, o que possibilitou, aos demais esportistas o acesso às técnicas de pilotagem, às regras básicas e aos equipamentos brasileiros. Lodovico fundou a Associação Paulista de Carro a Vela-APAW e é construtor dos equipamentos.
Em Santa Catarina, um grupo de pilotos liderado por Henrique Borba investiu na criação da Associação Catarinense de Carro a Vela-ACW Ainda neste período realizou-se o primeiro evento que reuniu pilotos de todo o Brasil – RS, SP e RJ. O sucesso deste evento impulsionou a realização do primeiro Campeonato Brasileiro, em Capão da Canoa-RS.
1991 Fundação da Associação Gaúcha de Windcar-AGAW que realiza os eventos oficiais do esporte nas modalidades prova de revezamento, longa distância e provas de equipe. O primeiro
Raid Ecológico reuniu 22 pilotos para percorrer, em 7 dias, os 650 quilômetros entre a praia de Torres e a cidade de Chuí, no extremo sul do Estado. Com o objetivo de ampliar as fronteiras
para a prática do Carro à Vela, foram realizadas duas excursões a primeira das quais ao Chile-deserto do Atacama, que, por ser um terreno muito macio, não oferecia condições favoráveis para a prática da modalidade.
1995 Fábio Trein foi campeão brasileiro estreante.
1996 Este ano marcou a primeira participação de pilotos brasileiros em competições internacionais. No Tour D’Europe, realizado na Bélgica, França e Inglaterra durante 14 dias, Roberto Nardi e Paulo Moraes conquistam o terceiro lugar.
1997 Fundação da Federação Brasileira de Carro a Vela, em Porto Alegre-RS, constituída pelas Associações Paulista, Gaúcha e Catarinense de Windcar. Jorge Bercht conquistou o campeonato
brasileiro na classe 5. Lê Borba foi campeão brasileiro júnior. Paulo Moraes conquistou o pentacampeonato brasileiro (1992 – 1996).
Guilherme Simões foi campeão brasileiro júnior. Durante 3 dias realizou-se um passeio com 25 pilotos, entre as praias de Torres e Mariluz, no Rio Grande do Sul, num percurso de aproximadamente 100 quilômetros. O evento atraiu grande público e a atenção da mídia, a ponto de passar a integrar o calendário anual.
1998 Além dos eventos oficiais no Brasil, uma equipe brasileira, representando a FBCV, marcou presença no 6º Campeonato Mundial de Carro à Vela, realizado em De Panne-Bélgica. Neste
evento, o Brasil obteve o 4º lugar por equipe, ficando à frente de países tradicionais na modalidade como EUA, Inglaterra, Nova Zelândia, Holanda e Austrália. Fábio Trein foi campeão brasileiro nas classes 3 e 5. Jorge Bercht foi vice-campeão brasileiro e conquistou o 4º lugar por equipe no mundial, juntamente com Roberto Nardi, Roberto Azambuja, Carlos Simões e Paulo Moraes.
Caio Borba foi campeão brasileiro júnior. Na capital mundial do carrovelismo – De Panne-Bélgica – foi comemorado o centenário da primeira corrida.
Década de 1990 A modalidade começou a se desenvolver de forma mais organizada com a realização de campeonatos regionais, brasileiros e sul-americanos. Há também campeonatos mundiais e europeus. Antes disso, algumas pessoas construíam seus carros baseados em fotografias de revistas importadas ou inspirados em barcos à vela. Numa mistura de competição com criatividade, foram realizados vários tipos de eventos: provas de revezamento, longa distância e provas em equipes, além das competições em circuitos ovais, nos moldes das provas realizadas na Europa, de acordo com as regras da Fédération International de Sand et Land Yatching–FISLY entidade que rege a prática do Carro à Vela em todo o mundo.
2000 Fabio Trein, Jorge Berchte Carlos Somões foram convidados a participar do 7º Red Bull, Campeonato Mundial de Carro à Vela, em Terscheling-Holanda, que contou com 43 pilotos de 10 países.
Conquistaram o 3º lugar na categoria standart.
2001 As praias de Rada Tilly-Patagônia foram qualificadas por Eric Engelbrecht, presidente da FISLY, como uma das melhores do mundo para a prática do esporte. No campeonato Sul- Americano em Rada Tilly, Paulo Morais venceu e o Brasil marcou uma boa presença colocando 6 pilotos entre os 10 primeiros colocados. Foi realizado, em Arroio do Sal-RS o primeiro Enduro
por Equipes de Carro à Vela.
2002 Em Ivanpah Dry Lake-EUA aconteceu o mundial de carrovelismo. No litoral do RS aconteceram as gravações do programa “Aventuras AXN Windcar nas Areias do Sul”, com os
pilotos do Clube Papa Vento fazendo parte da equipe AXN. Em Córdoba- Argentina, foi realizado o 6º Encontro Sul-Americano de carros à vela.
2003 O VIII Campeonato Austral de Carrovelismo, realizado na praia de Rada Tilly-Argentina, contou com a presença de atletas do Brasil, Chile, EUA e Argentina. No balneário El Condor (norte da Patagônia, Argentina) foi realizado o evento “El Mes del Viento”. Participaram do evento os brasileiros Jorge Bercht, Carlos Simões, Rui Braga, Roberto Azambuja, Ricardo Ambros, Tadeu Krug, Ralph Kaloeich, Rudi Weisbauer, Bia Bolemann, Roberto Nardi, entre outros.
Situação Atual Nas praias do litoral sul se concentram os maiores números de praticantes de carrovelismo. Em outros países, o esporte é praticando também no deserto e no gelo, bastante
difundido na Europa. Na Bélgica, França, Holanda, Alemanha e Inglaterra, o número de praticantes supera a marca de 10.000 pessoas inscritas em Clubes e Federações. Há federações
registradas também na Argentina, Austrália, Dinamarca, Holanda, Nova Zelândia, Emirados Árabes e Estados Unidos. A Federação Brasileira de Carro à Vela, em Porto Alegre, aponta 60 atletas federados e estima na ordem de 150 praticantes regulares no Brasil mas, devido ao crescimento desordenado e a dificuldade de controle operacional, um grande número de pessoas já deve ter tido contato com esta prática (praticantes ocasionais). Valorizado pelo efeito visual do colorido das velas que se destacam na relevância dos recursos naturais brasileiros e pela facilidade de acesso a praticantes ocasionais, o esporte, embora ainda pouco desenvolvido no país, merece destaque como potencial provocador de turismo interno e externo e vem ganhando, aos poucos, destaque de mídia e atenção das operadoras de Turismo de Aventura. Roberto
Nardi, de Porto Alegre-RS e Lodovico Brunetti (SP) movimentam a indústria nacional com a construção dos veículos porém consideram que o pequeno número de praticantes inviabiliza a formação de uma linha de produção. O windicar custa em média R$ 2.500,00 a R$ 4.000,00, dependendo do material utilizado.
Visando a popularização do esporte, Lodovico faz demonstrações nos finais de semana no Parque Vila Lobos–SP. Segundo este especialista, apesar do Brasil possuir um extenso litoral, as praias
de areia fofa não são ideais para este tipo de esporte. Para este tipo de terreno, são necessários pneus especiais – tipo ballon, que são importados e muito caros. Rio Grande do Sul e Santa Catarina, por possuírem litoral muito extenso, são locais muito propícios para esse tipo de esporte. Em São Paulo (litoral) destaca-se como point a Ilha Comprida pois reúne as condições
ideais para a prática do carrovelismo: são 74 km ininterruptos de praia larga e com piso firme.
Fontes Federação Brasileira de Carro a Vela, Associação Patagônica de Carrovelismo, Paul Gaiser, Ludovico Brunetti, Álvaro Delmonte da Silva; www.inema.com.br; www.ecoesportres.om.br; www.fbcv.cjb.net
manejo do ângulo da vela em relação ao vento determina a sua velocidade. Os windcards atuais chegam a 186 Km/h em terra e 270 Km/h no gelo. O equipamento básico é constituído de chassis tubular metálico, carenagem de fibra de vidro e mastro de alumínio. Os demais componentes lembram os veleiros pequenos.
Bem mais rápido e ágil que os veleiros, o carro a vela pode deslocar-se aproximadamente três vezes mais do que a velocidade do vento.
Origens Em 1598, na Holanda, o engenheiro e matemático Simon Stevin, a pedido do Conde Maurício de Nassau (estabelecido no Brasil, no século seguinte), construiu um verdadeiro “coletivo à vela” para reduzir o cansaço das pessoas. O coletivo era capaz de transportar 28 indivíduos por 75km, em duas horas ininterruptas. Desde então, houve uma evolução constante das velas e dos veículos como meio de transporte. Em 1898, em uma cidade belga chamada De Panne, situada nos limites da França, os irmãos André e François Dumont começaram a desenvolver velas para atingir, em competições, a maior velocidade possível.
No Brasil, Lodovico Brunetti foi o pioneiro neste esporte, começou a praticar na Praia de Pitangueiras, no Guarujá-SP, em 1936. Há indícios de que, na década de 1940, algumas pessoas
demonstraram interesse no Brasil por “andar sobre rodas movidas ao vento”.
Início década de 1990 Neste período, Amyr Klink e Paul Gaiser percorreram a costa gaúcha em carros à vela, tipo Manta, atraindo muitos adeptos que passaram a construir seus carros, a realizar raids e competições, vindo a formar a Associação Gaúcha de Windcar em 1991. Lodovico Brunetti (SP) é o mais aficionado defensor da modalidade, promotor do intercâmbio entre
construtores e esportistas europeus, o que possibilitou, aos demais esportistas o acesso às técnicas de pilotagem, às regras básicas e aos equipamentos brasileiros. Lodovico fundou a Associação Paulista de Carro a Vela-APAW e é construtor dos equipamentos.
Em Santa Catarina, um grupo de pilotos liderado por Henrique Borba investiu na criação da Associação Catarinense de Carro a Vela-ACW Ainda neste período realizou-se o primeiro evento que reuniu pilotos de todo o Brasil – RS, SP e RJ. O sucesso deste evento impulsionou a realização do primeiro Campeonato Brasileiro, em Capão da Canoa-RS.
1991 Fundação da Associação Gaúcha de Windcar-AGAW que realiza os eventos oficiais do esporte nas modalidades prova de revezamento, longa distância e provas de equipe. O primeiro
Raid Ecológico reuniu 22 pilotos para percorrer, em 7 dias, os 650 quilômetros entre a praia de Torres e a cidade de Chuí, no extremo sul do Estado. Com o objetivo de ampliar as fronteiras
para a prática do Carro à Vela, foram realizadas duas excursões a primeira das quais ao Chile-deserto do Atacama, que, por ser um terreno muito macio, não oferecia condições favoráveis para a prática da modalidade.
1995 Fábio Trein foi campeão brasileiro estreante.
1996 Este ano marcou a primeira participação de pilotos brasileiros em competições internacionais. No Tour D’Europe, realizado na Bélgica, França e Inglaterra durante 14 dias, Roberto Nardi e Paulo Moraes conquistam o terceiro lugar.
1997 Fundação da Federação Brasileira de Carro a Vela, em Porto Alegre-RS, constituída pelas Associações Paulista, Gaúcha e Catarinense de Windcar. Jorge Bercht conquistou o campeonato
brasileiro na classe 5. Lê Borba foi campeão brasileiro júnior. Paulo Moraes conquistou o pentacampeonato brasileiro (1992 – 1996).
Guilherme Simões foi campeão brasileiro júnior. Durante 3 dias realizou-se um passeio com 25 pilotos, entre as praias de Torres e Mariluz, no Rio Grande do Sul, num percurso de aproximadamente 100 quilômetros. O evento atraiu grande público e a atenção da mídia, a ponto de passar a integrar o calendário anual.
1998 Além dos eventos oficiais no Brasil, uma equipe brasileira, representando a FBCV, marcou presença no 6º Campeonato Mundial de Carro à Vela, realizado em De Panne-Bélgica. Neste
evento, o Brasil obteve o 4º lugar por equipe, ficando à frente de países tradicionais na modalidade como EUA, Inglaterra, Nova Zelândia, Holanda e Austrália. Fábio Trein foi campeão brasileiro nas classes 3 e 5. Jorge Bercht foi vice-campeão brasileiro e conquistou o 4º lugar por equipe no mundial, juntamente com Roberto Nardi, Roberto Azambuja, Carlos Simões e Paulo Moraes.
Caio Borba foi campeão brasileiro júnior. Na capital mundial do carrovelismo – De Panne-Bélgica – foi comemorado o centenário da primeira corrida.
Década de 1990 A modalidade começou a se desenvolver de forma mais organizada com a realização de campeonatos regionais, brasileiros e sul-americanos. Há também campeonatos mundiais e europeus. Antes disso, algumas pessoas construíam seus carros baseados em fotografias de revistas importadas ou inspirados em barcos à vela. Numa mistura de competição com criatividade, foram realizados vários tipos de eventos: provas de revezamento, longa distância e provas em equipes, além das competições em circuitos ovais, nos moldes das provas realizadas na Europa, de acordo com as regras da Fédération International de Sand et Land Yatching–FISLY entidade que rege a prática do Carro à Vela em todo o mundo.
2000 Fabio Trein, Jorge Berchte Carlos Somões foram convidados a participar do 7º Red Bull, Campeonato Mundial de Carro à Vela, em Terscheling-Holanda, que contou com 43 pilotos de 10 países.
Conquistaram o 3º lugar na categoria standart.
2001 As praias de Rada Tilly-Patagônia foram qualificadas por Eric Engelbrecht, presidente da FISLY, como uma das melhores do mundo para a prática do esporte. No campeonato Sul- Americano em Rada Tilly, Paulo Morais venceu e o Brasil marcou uma boa presença colocando 6 pilotos entre os 10 primeiros colocados. Foi realizado, em Arroio do Sal-RS o primeiro Enduro
por Equipes de Carro à Vela.
2002 Em Ivanpah Dry Lake-EUA aconteceu o mundial de carrovelismo. No litoral do RS aconteceram as gravações do programa “Aventuras AXN Windcar nas Areias do Sul”, com os
pilotos do Clube Papa Vento fazendo parte da equipe AXN. Em Córdoba- Argentina, foi realizado o 6º Encontro Sul-Americano de carros à vela.
2003 O VIII Campeonato Austral de Carrovelismo, realizado na praia de Rada Tilly-Argentina, contou com a presença de atletas do Brasil, Chile, EUA e Argentina. No balneário El Condor (norte da Patagônia, Argentina) foi realizado o evento “El Mes del Viento”. Participaram do evento os brasileiros Jorge Bercht, Carlos Simões, Rui Braga, Roberto Azambuja, Ricardo Ambros, Tadeu Krug, Ralph Kaloeich, Rudi Weisbauer, Bia Bolemann, Roberto Nardi, entre outros.
Situação Atual Nas praias do litoral sul se concentram os maiores números de praticantes de carrovelismo. Em outros países, o esporte é praticando também no deserto e no gelo, bastante
difundido na Europa. Na Bélgica, França, Holanda, Alemanha e Inglaterra, o número de praticantes supera a marca de 10.000 pessoas inscritas em Clubes e Federações. Há federações
registradas também na Argentina, Austrália, Dinamarca, Holanda, Nova Zelândia, Emirados Árabes e Estados Unidos. A Federação Brasileira de Carro à Vela, em Porto Alegre, aponta 60 atletas federados e estima na ordem de 150 praticantes regulares no Brasil mas, devido ao crescimento desordenado e a dificuldade de controle operacional, um grande número de pessoas já deve ter tido contato com esta prática (praticantes ocasionais). Valorizado pelo efeito visual do colorido das velas que se destacam na relevância dos recursos naturais brasileiros e pela facilidade de acesso a praticantes ocasionais, o esporte, embora ainda pouco desenvolvido no país, merece destaque como potencial provocador de turismo interno e externo e vem ganhando, aos poucos, destaque de mídia e atenção das operadoras de Turismo de Aventura. Roberto
Nardi, de Porto Alegre-RS e Lodovico Brunetti (SP) movimentam a indústria nacional com a construção dos veículos porém consideram que o pequeno número de praticantes inviabiliza a formação de uma linha de produção. O windicar custa em média R$ 2.500,00 a R$ 4.000,00, dependendo do material utilizado.
Visando a popularização do esporte, Lodovico faz demonstrações nos finais de semana no Parque Vila Lobos–SP. Segundo este especialista, apesar do Brasil possuir um extenso litoral, as praias
de areia fofa não são ideais para este tipo de esporte. Para este tipo de terreno, são necessários pneus especiais – tipo ballon, que são importados e muito caros. Rio Grande do Sul e Santa Catarina, por possuírem litoral muito extenso, são locais muito propícios para esse tipo de esporte. Em São Paulo (litoral) destaca-se como point a Ilha Comprida pois reúne as condições
ideais para a prática do carrovelismo: são 74 km ininterruptos de praia larga e com piso firme.
Fontes Federação Brasileira de Carro a Vela, Associação Patagônica de Carrovelismo, Paul Gaiser, Ludovico Brunetti, Álvaro Delmonte da Silva; www.inema.com.br; www.ecoesportres.om.br; www.fbcv.cjb.net
ENCONTRO DE OUTUBRO 2007 EM ILHA COMPRIDA

O estreante Tadeu ao lado do Submarino Amarelo
oito carros saindo desta vez ...
dando umas voltinhas esperando a hora de sair.
O ENCONTRO DE OUTUBRO/2007
O grupo se reuni no Apartamentos Adriana, a pousada do Marcão como chamamos, para mais um raid pelas praias de Ilha Comprida, quem sabe futuramente a Capital Brasileira do Carrovelismo, nos dias 26, 27 e 28 de outubro.
Joaquim, Max, Branco, Dona Branca e David foram os primeiros a chegar e ja sairam no sabado aproveitando todo o tempo disponivel.
Tadeu, o Alemão, estreante juntamente com Dona Branca ( Meira), e o Mário chegaram somente na tarde do sabado mas a tempo ainda de sairem para mais uma jornada com o grupo.
Vento bom, fraco mas bom, que nos levou a bons momentos. A partir de agora colocarei a quilometragem percorrida como também a média da velocidade de cada raid, assim teremos ideia mais clara das nossas atividades.
A ultima saida aconteceu como sempre de fronte ao carrinho do Ceara, companheiro que usa e honra a camiseta da Equipe Amigos do Vento, para o pontal norte aproveitando o vento desta direção dando um pouco de trabalho na volta, mas valeu a pena pois foi o derradeiro momento do passeio, logico que na volta uma parada para um peixe, cerveja e refrigerante pois ninguem é de ferro.A praia estava com muitos peixes mortos, motivo não sabemos, mas tinha muito peixe, grandes, mortos espalhados por toda a orla, possivelmente uma maré mais forte.
Equipe conversando em frente ao carrinho do
Ceará antes do raid.

Joaquim, Mário Alemão e o Branco
fazendo o sinal da Vitoria ( hehehehe!!!!)


Um comentário:
sou suspeito de falar:
amo de paixão carro á vela!
experimnte vc tbm., só assim poderá falar sobre!
vc se apaixonará., aposto ,rsrsr.abraços á tds os amantes do vento..
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